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domingo, 15 de novembro de 2015

Estudo usado para mudar educação em São Paulo tem 19 páginas e é "inapropriado", dizem especialistas




O principal estudo que embasou a reorganização das escolas da rede estadual de ensino em ciclos separados foi considerado "inapropriado" por especialistas ouvidos pelo Estadão. O documento, que contém 19 páginas, foi obtido pela reportagem por meio da Lei de Acesso à Informação e traz somente dados já apresentados pela secretaria que apontam que escolas de ciclo único apresentam melhor desempenho no Índice de Desenvolvimento da Educação de São Paulo (Idesp), principal indicador de qualidade educacional no Estado.Segundo a pasta, escolas de ciclo único têm desempenho 9,4% acima da média na avaliação estadual, enquanto as de 2 e 3 ciclos têm resultado 1,9% abaixo da média. O Idesp é calculado por meio de dois outros índices: o desempenho dos alunos nos exames do Saresp e o fluxo escolar (aprovação).
"O estudo apresenta uma correlação que não existe. Colocam como única variável a escola ter ciclo único ou não, mas não isolaram outros fatores, como o tamanho da escola e o tempo de gestão do diretor e de profissão dos professores", ponderou a diretora executiva do movimento Todos pela Educação, Priscila Cruz.
— O estudo não é apropriado para a secretaria dizer que faz a reestruturação com base nele.
A especialista, no entanto, reconhece que a medida pode ser positiva.
— Houve uma queda no número de alunos e a escola custa dinheiro. Então, decidiram redistribuí-los. Imagino que tenha sido este o raciocínio. Era melhor o secretário ter dito que está buscando melhorar a gestão das escolas e dizer que eles obtêm com isso uma economia.
Para Ocimar Alavarse, da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP), o levantamento não considerou outros fatores importantes.
"Encontrar escolas com um ciclo de melhor desempenho não necessariamente indica que este é o fator decisivo. É preciso considerar o número de alunos por escola, o índice socioeconômico. Em educação não existe uma variável que explique tudo", avaliou.
— Tudo indica que são outros interesses. Uma racionalização no sentido de se ter menos professores. Estão fechando escolas que têm desempenho acima da média, que têm só um ciclo. A proposição da secretaria é muito frágil.
Segundo o coordenador de projetos da Fundação Lemann, Ernesto Martins Faria, a secretaria tem uma "crença" na medida que vai além do estudo.
— Fico com a sensação de que esse não deve ser o único estudo que embasou a reorganização. Há uma crença de que essa ação é importante, mas o estudo não trabalha para explicitar de forma mais robusta que os alunos de ciclo único têm melhor desempenho.
Ele avalia que faltou estratégia de comunicação sobre a reestruturação.
— Um problema de implementação pode dificultar que a política seja efetiva, ao menos no curto prazo, e dificultar ganhos maiores. É importante envolver a comunidade e os professores. É uma política que nasceu com uma resistência.
Contraponto
Já o economista Naércio Menezes, do Insper, avalia que o estudo não é suficiente por não considerar outras variáveis, mas diz que, se houver mais evidências de que o ciclo único pode melhorar o resultado dos alunos, a reorganização é bem-vinda.
— O número de matrículas está caindo bastante por causa da transição demográfica. Em algum momento, essa mudança será necessária. Não podemos deixar como está permanentemente com medo das reações.
Para a coordenadora da gestão da educação básica da Secretaria Estadual da Educação, Gislene Trigo Silveira, o foco foi a diminuição da complexidade de gestão.
— Escolas que atendem o mesmo segmento vão ser menos complexas. Vai certamente criar um clima propício para a gestão, uso dos recursos e também providenciar melhor aprendizagem dos alunos.
Fonte: Noticias R7

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Cinco passos para fazer do seu filho alguém gentil...

Li um artigo no Washington Post outro dia e fiquei super empolgada em dividir as idéias com vocês porque o estudo apresentado tem tudo a ver com o que eu penso na criação dos meus filhos. O “X” da questão é: os valores da nossa juventude parecem estar errados e as mensagens que os adultos estão passando podem ser o cerne do problema. 
Richard Weissbourd é um psicólogo da Universidade de Harvard, com pós-graduação em Educação. Ele dirige oMaking Caring Commom : um projeto voltado para ajudar a ensinar as crianças a serem gentis. Mas isso precisa ser ensinado? Muito mais do que você pensa! E infelizmente os números comprovam que os pais não se dão conta do quanto isso é importante.
Cerca de 80 por cento dos jovens entrevistados numa pesquisa recente do projeto disseram que os pais estavam mais preocupados com a realização dos próprios filhos ou com a felicidade deles do que com o fato deles se importarem com os outros. Os entrevistados também foram três vezes mais propensos a concordar que "Meus pais estão mais orgulhosos se eu tirar boas notas do que se eu for solidário em sala de aula e na escola." 
Metade dos alunos do ensino médio admitem a fraude em um teste e cerca de 75% admitem copiar a lição de casa de outra pessoa. Quase 30% dos estudantes de ensino fundamental e médio relataram serem intimidados durante o ano escolar de 2010-2011. Todos estes são dados americanos, mas, sinceramente, não é só a realidade americana, não é mesmo? Na raiz do problema está uma lacuna entre o que os pais e outros adultos apontam como prioridades e as mensagens reais que transmitem no comportamento do dia a dia.
Aí eu me pergunto: de quem é a culpa da gente ficar dizendo que “o mundo anda tão complicado e egoísta”? Se o mais importante for ensinar a “ter” e a “ser”, é claro que vai faltar na vida adulta o espaço para o “dividir” ou “se solidarizar”.
Se de alguma forma este assunto lhe sensibiliza, aqui vão as cinco estratégias da equipe de Weissbourd para fazer do seu filho um adulto gentil:
1. Faça o “cuidar dos outros” uma prioridade 
As crianças precisam aprender a equilibrar suas necessidades com as necessidades dos outros. De acordo com os estudos de Weissbourd, mais importante do que ser feliz, é ser gentil. Porque a ironia é que ter o foco na felicidade e na conquista pessoal, não parece aumentar a realização das crianças ou a felicidade delas.
Segundo uma pesquisa americana, crianças de comunidades ricas que estão submetidas à pressão intensa de conquista por seus pais não parecem superar outros estudantes. Os pais que procuram preservar a felicidade de seus filhos, constantemente protegendo-os contra as adversidades, podem roubá-los de estratégias de enfrentamento que são cruciais para a felicidade a longo prazo. Os pais que não priorizam  que seus filhos sejam gentis com os outros, podem privá-los da oportunidade de desenvolver habilidades fundamentais de relacionamento e as relações fortes são uma das nossas fontes mais importantes e duradouras de bem-estar.
2. Oferecer oportunidades para que as crianças pratiquem atenção e gratidão 
Nunca é tarde demais para se tornar uma pessoa boa, mas isso não vai acontecer por si só. As crianças precisam praticar o cuidado com os outros e precisam expressar gratidão por aqueles que cuidam deles. 
Estudos mostram que as pessoas que têm o hábito de expressar gratidão são mais propensos a serem úteis, generosos, compassivos e também são mais propensos a serem felizes e saudáveis. É importante ficar atento para que os filhos saibam tratar os mais velhos com respeito, mesmo quando estão cansados, distraídos ou aborrecidos.
Aprender a ser solidário é como aprender a jogar um esporte ou um instrumento. São liçōes diárias de repetição. Não recompense o seu filho para cada ação útil, como limpar a mesa do jantar. Devemos premiar apenas atos inesperados de bondade.
É importante discutir com seu filho sobre histórias de solidariedade, justiça e injustiça que aparecem na mídia ou que acontecem na vida de vocês. 
3. Expandir o círculo de relacionamentos do seu filho 
Quase todas as crianças se preocupam com um pequeno círculo de familiares e amigos. Nosso desafio é ajudar nossos filhos a serem atenciosos com alguém fora desse círculo, como o novo garoto na sala de aula, alguém que não fala a sua língua ou alguém que vive em um país distante. Certifique-se de que seus filhos são respeitosos e gratos com todas as pessoas a sua volta, seja um motorista de ônibus ou uma garçonete. Weissbourd deixa claro que não se trata de se aproximar e dizer “oi” para um estranho na rua, mas saber dizer “obrigado” para aqueles que nos prestam algum favor ou serviço.
Incentive as crianças a cuidarem daqueles que são vulneráveis, como confortar um colega que foi provocado. Use uma história do jornal ou TV para encorajar seu filho a pensar sobre as dificuldades enfrentadas por crianças em outro país. 
4. Ser um modelo firme para a criança
As crianças aprendem valores éticos, observando as ações dos adultos que respeitam. Ser exemplo de respeito quando você interage com outros adultos é importante na vida dos filhos. 
Os pais precisam ser um modelo moral, o que significa que precisamos praticar a honestidade e a justiça. Mas isso não significa ser perfeito o tempo todo. Para haver respeito e confiança dos nossos filhos, precisamos reconhecer nossos erros e falhas. Nós também precisamos respeitar o pensamento das crianças e ouvir suas perspectivas, demonstrando-lhes como queremos que eles tratem as outras pessoas. 
Conversar sobre dilemas éticos no jantar, como por exemplo: "Devo convidar um novo vizinho para minha festa de aniversário, quando meu melhor amigo não gosta dele?” é um bom exercício. O envolvimento com algum serviço comunitário, pelo menos uma vez por mês junto com o filho, é muito proveitoso.
5. Ajudar a criança a lidar com sentimentos destrutivos 
Muitas vezes, a capacidade de ser gentil com os outros é dominada pela raiva, vergonha, inveja ou outros sentimentos negativos. 
Precisamos ensinar às crianças que estamos sujeitos a todos estes sentimentos, mas algumas formas de encarar o que sentimos não funcionam. As crianças precisam de nossa ajuda para aprender a lidar com os sentimentos de forma produtiva. 
Aqui está uma maneira simples de ensinar seus filhos a se acalmar: diga ao seu filho para parar, respirar fundo pelo nariz e expirar pela boca, e contar até cinco. Primeiro experimente isso quando seu filho estiver calmo. E então utilize isso na hora em que ele estiver chateado. Com o tempo esta prática pode ajudar o seu filho a não se chatear e a expressar seus sentimentos de uma forma mais apropriada.

Fabiana Santos é jornalista e mora em Washington-DC.  Mãe de Felipe, de 9 anos, e de Alice, de 3 anos. Ela não se cansa de insistir neste tema, apesar de ter certeza de que nem sempre é fácil. Leia também:  "As palavrinhas mágicas".

terça-feira, 14 de outubro de 2014

Dica de leitura - A Mulher Escondida Na Professora


Sinopse - A mulher escondida na professora - Uma leitura psicopedagógica do ser mulher da corporalidade e da aprendizagem - Alicia Fernández

Na presente obra, a autora de A Inteligência Aprisionada volta a apresentar a análise do vínculo ensinante- aprendente, entocando-o desta vez desde "a" ensinante (professora, mãe, ...) e colocando a ênfase nas conseqüências prejudiciais que, para o trabalho de construção de sua subjetividade e para a possibilidade de ensinar, tem o esconder, o omitir ou o desmentir as diferenças de gênero sexual.
Em sua experiência como psicopedagoga, a autora comprova a alta proporção de homens (crianças e adolescentes) que apresentam problemas de aprendizagem, fato que não pode deixar de associar com a presença prioritariamente feminina entre os docentes, no marco de um sistema educativo que sanciona as diferenças sexuais e de toda ordem, que exige das ensinantes esconder sua sexualidade e anular sua corporeidade, que situa a professora em um lugar paradoxal de "senhorita virgem e mãe" e que equipara, por um lado, passividade, dedicação e capricho com feminilidade, e por outro, atividade, agressividade, rapidez e relaxamento com masculinidade.
Frente a esta sexualidade desmentida, aprisionada, omitida, encapsulada, a proposta de saúde passa por reconhecer a diferença como diferença e não como carência; não se omitir; legalizar o modo de produção de saber e conhecer característica das mulheres, fazer visível sua produção invisível e pública sua produção doméstica. Em definitivo: autorizar-se a ser mulher.
Com o estudo da subjetividade de professora e seu posicionamento frente às diferenças de gênero sexual se inclui um nível de análise que será útil não apenas para os docentes, mas também para repensar a etiologia do problema de aprendizagem e do fracasso escolar, favorecendo a construção de pautas de prevenção.
Além disso, toda mulher encontrará neste livro elementos para ressignificar e reconstruir seu posicionamento frente a si mesma e aos demais.

A mulher escondida na professora - Uma leitura psicopedagógica do ser mulher da corporalidade e da aprendizagem - Alicia Fernández

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

DICA DE LEITURA PARA MAMÃES DE PLANTÃO!

Como, quando e por que dizer "não" aos filhos. E também como, quando e por que dizer "sim". LIMITES SEM TRAUMA, transformou-se no livro de cabeceira de pais e mães brasileiros. Com utilíssimos capítulos divididos por faixas etárias, o livro 'descomplica' o dia-a-dia da família e indica as necessidades das crianças em cada etapa do desenvolvimento - sempre relacionadas às respectivas tarefas dos pais em relação aos limites.
Depois do lançamento de seu primeiro livro para pais, "Sem padecer no paraíso: em defesa dos pais ou sobre a tirania dos filhos" - onde Tania alertava para as consequências sociais da liberdade excessiva e da falta de autoridade dos pais - a sociedade se horroriza com o que a autora já denunciava e assiste, sem compreender, ao incremento assustador do envolvimento de adolescentes de classes média e alta, de boas escolas e família estruturada, em atos de incivilidade, agressões, assassinatos e violência. A professora Tania Zagury, pioneira na discussão do papel dos limites na educação, vem perseguindo o objetivo de fazer com que os pais readquiram a percepção de que seu principal papel é o de formar cidadãos, pessoas capazes de, pela postura ética, transformar a sociedade, fato fundamental para evitar a marginalização dos jovens.
LIMITES SEM TRAUMA cumpre a tarefa de dar segurança, embasamento técnico e diretrizes educacionais aos pais, livrando-os da culpa e da insegurança que tanto os afligem. A obra figurou durante 56 semanas nas listas dos mais vendidos do país, tendo alcançado por várias semanas o primeiro lugar, fato inédito para um livro de Educação. É o livro que dá base para operacionalizar o que se tornou talvez a mais difícil de todas as tarefas: ensinar limites aos filhos.
Trata-se, sem dúvida, de uma obra definitiva sobre a questão dos limites.
Boa leitura!!!!!!!! Deixem no blog seu comentário!

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Como acabar com birras e manhas...


Quando as crianças se descontrolam devido as birras é algo assustador, principalmente se você estiver em um local público, como por exemplo um supermercado ou uma loja.
Quem já não presenciou, alguma vez, uma criança gritando, chorando, jogando algo para os lados, saltando e mexendo os braços raivosamente, rolando no chão, ofendendo a mãe, ou até mesmo em uma atitude extrema, puxando os próprios cabelos e arranhando o próprio rosto?
Todos que já presenciaram uma cena destas se perguntam quais são as razões que fazem uma criança agir de forma tão descontrolada e agressiva. Aqui vão algumas razões:
As crianças podem estar cansadas,
As crianças podem estar com fome,
Mudanças repentinas no seu meio ambiente, tais como: divórcio, chegada de um irmãozinho
A criança pode não saber ainda como expressar suas emoções e o único modo que encontra é fazendo birras
As crianças podem usar birras para chamar a atenção dos Pais
Talvez a criança esteja sobrecarregada com atividades ou tarefas
Está habituada a fazer o que quer, quando quer e como quer e por esta razão precisa de limites bem definidos e ter claro as consequências
Por isso, antes de precipitar-se, procure investigar a causa real da birra, e só então tome as medidas mais adequadas a situação.
Como os Pais devem lidar com os ataques de birra?
Quer o seu filho use a birra, diariamente ou de vez em quando como estratégia para conseguir o que quer, existem algumas coisas que você pode fazer para efetivamente controlar os ataques quando ocorrerem:
· Jamais perca o controle emocional, nada de gritar, esbravejar ou bater, pois mesmo em uma crise de birra ele saberá direitinho como manipular os pais,
· Se a birra foi devido a você ter negado algo que ele queria, então ignore-o, pois você alimenta a birra se ficar procurando justificar-se, além do mais ele estará muito alterado para compreender.
· Nunca ceda às chantagens que o seu filho fizer,
· Não suborne a criança para que ela pare a birra. Nada de dar o que ela quer, pois ao ceder aos caprichos dela você está dizendo `funcionou, na próxima vez faça igual que eu cederei novamente`,
· Reserve um local da casa para que ela seja colocada até acalmar-se, pode ser sobre um tapete ou uma almofada. Diga a ela que depois que estiver calma vocês conversarão,
· Retire os privilégios tais como: brinquedos, uso do computador, dos games, etc,
· Seja constante na disciplina, nada de um dia fazer de um jeito e no outro mudar tudo. Isso confunde a criança,
· Seja firme e sempre cumpra o combinado. Sim é sim, e não é não. Ficar a todo momento voltando atrás no que foi combinado é nocivo para o bom desenvolvimento da criança.
Lembre-se que, você e seu cônjuge são os líderes dentro do lar. Portanto caberá aos dois dar o devido direcionamento do que é certo e errado, do que é aceitável e do que é inadmissível.
Saiba que nesta fase da vida os filhos precisam ser dirigidos pelos Pais, eles ainda não tem estrutura desenvolvida para lidar com decisões que cabe somente aos Pais tomar. São os Pais que devem dirigir o Lar e a educação dos filhos.

Fonte: SOS Professor

terça-feira, 18 de setembro de 2012

O que levar na lancheira da escola?



Logo ao abrir meu facebook pela manhã me deparei com essa pergunta "O que levar na lancheira da escola"?

            O lanche é um hábito bastante comum entre a maioria das crianças, e já que é para comer, que seja delicioso e muito saudável!

            O primeiro desafio, que para mim parece o mais simples e para a maioria das mãe (pelo menos são os comentários que ouço) é como conservar o lanche até a hora da criança consumi-lo. Muitas mães optam por produtos alimentícios em caixinhas, saquinhos, cheios de conservantes e outras químicas, com medo que o natural estrague, apodreça ou azede. Preocupação importante, é claro, mas fácil de solucionar com uma BOA  LANCHEIRA TÉRMICA.
            O segundo segundo desafio o  conteúdo da lancheira é uma questão que começa muito antes de uma criança ir para a escola, por mais cedo que ela vá. É que são os hábitos da criança que vão definir o que ela vai querer na lancheira, o que ela vai gostar de comer na hora do lanche. Se o seu filho foi acostumado a ter sempre pacotes de bolacha e salgadinhos em volta, vai ser difícil fazê-lo entender que frutas e iogurte podem ser uma boa opção para a lancheira.
           
            A minha  dica então é: NUNCA ofereça industrializados para o seu filho na hora o lanche! Ele não precisa de bolachas, chocolate e salgadinhos. Se ele for acostumado a frutas, iogurte, biscoitos caseiros, queijos, etc, é o que ele vai querer comer.
            Um bom lanche pode ser muito mais do que um simples sanduíche ou frutas. Aliás, um bom lanche pode e deve ser muito mais do que isso!!
            Ter uma alimentação saudável é muito importante para o desenvolvimento das crianças. Uma alimentação pobre em nutrientes e rica em calorias, além de contribuir para a obesidade infantil não favorece em nada a saúde dos nossos pequenos.
Pensando nisso, o lanche escolar deve ser preparado com muito cuidado pelos pais. Jogar na lancheira uns pacotinhos de bolacha e salgadinho + uma caixa de suco não estará proporcionando ao seu filho os nutrientes necessários para que ele tenha energia e atenção suficientes na escola.
O lanche escolar é uma refeição intermediária, que serve para dar energia à criança entre duas refeições principais. O ideal é que ele contenha uma porção de carboidratos, para fornecer energia; uma porção de lácteos, que tem proteínas; uma porção de frutas ou legumes, responsáveis pelas vitaminas, fibras e minerais; e uma bebida, para hidratação.
Vou listar algumas coisinhas que eu acho interessantes para a lancheira. Como a lancheira não faz parte da minha rotina, vocês é que vão testar e me contar o que acharam, se as crianças gostaram, etc…
Sanduíche de pão integral com requeijão, peito de peru, alface, cenoura ralada e tomate
Sanduíche de pão integral com pasta de amendoim ou amêndoas, com bananas cortadas em rodelas
Sanduíche de pão integral com atum misturado com requeijão ou cream cheese e cenoura ralada
Iogurte e granola (separados para misturar apenas na hora de comer)
Frutas como banana, maçã, pêssego e pêra (mandadas inteiras para não oxidar)
Laranja, abacaxi, morango, uva, kiwi e melão podem ser levados já descascados e picados
Queijo cottage
Cubos de queijo branco
Pão árabe com hummus
Tortinha caseira de legumes
Barra de cereal cortada em pedacinhos (ao invés de biscoitos)
Biscoito caseiro de aveia
Bolacha salgada integral
Muffin caseiro de banana
Àgua de coco sem açúcar
Sucos
O que NÃO deve conter no lanche
Do outro lado, pães brancos, refrigerantes, salgadinhos – especialmente os fritos – e confeitos desequilibram a balança. Apesar de fornecerem energia, estes alimentos contêm pouco além das chamadas “calorias vazias”. “Nutricionalmente, eles são só sal e gordura”, alerta a nutricionista Rosana Perim, do Hospital do Coração, em São Paulo.

Outras considerações importantes à respeito do lanche escolar:
·         Mande sempre uma garrafa d’água junto com o lanche, mesmo que também estejas mandando suco. É muito importante estimular o consumo de água pelas crianças para o bom funcionamento do organismo.
·         Sempre que for mandar cookies, bolos, geléias e sucos industrializados procure escolher os que contenham pouco ou nada de açúcar.
·         Invista em uma lancheira térmica! Sem uma lancheira térmica não é seguro levar derivados do leite nem frios, como o presunto.
·         Se o lanche for ficar mais de 4 horas na lancheira até ser consumido, além da lancheira térmica coloque dentro uma garrafinha com água congelada para servir de “refrigerador”.
·         Sucos e leites devem ir sempre em garrafas térmicas.
·         Embrulhe sanduíches e iogurtes em papel alumínio para mantê-los ainda mais refrigerados.
·         Evite bolos com recheios e coberturas.
·         Não mande refrigerantes!
·         Salgadinhos e bolacha recheada devem ir no máximo 1 vez por semana.
·         Se a escola oferece o lanche, informe-se sobre o cardápio e veja se inclui frutas e verduras.
·         Criança gosta de novidade, portanto seja criativa. Quanto mais colorido for o lanche, melhor!
·         Corte o sanduíche em formatos legais para estimular o interesse da criança.

         Para que você consiga isso abuse de sua criatividade, torne os alimentos saudáveis um atrativo, por isso abuse das cores, faça carinha com a alimentação, e assim você fará com que aquela alimentação seja algo divertido.
         Dessa maneira você conseguirá fazer com que sei filho coma de maneira saudável e ao mesmo tempo se divirta, se ele criar o hábito de comer coisas boas, futuramente ele irá comer do mesmo jeito.




quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Kit Gay chega as escolas...


A família Bolsonaro denunciou nesta segunda-feira em seu site que o "kit gay" já chegou às escolas e alertou para o estímulo ao homossexualismo que contém o material. Trata-se do livro didático chamado “Menino Brinca de Boneca?” adotado pelo Ministério da Educação como referência para alfabetização das crianças até 6 anos de idade.

  • kit gay
    (Foto: http://familiabolsonaro.blogspot.com.br/)
“Caso seus filhos tenham este exemplar em suas mochilas, fiquem atentos pois certamente estão recebendo carga de informações estimulando o homossexualismo em suas cabeças”, alerta a família em seu blog.De acordo com o site da família, cujo líder Jair Bolsonaro é conhecido por sua oposição feroz às ações dos grupos LGBT na política, o livro já está sendo utilizado em algumas escolas particulares em São Paulo. O livro ainda deve expandir para todo o Brasil, segundo a orientação do Governo Federal.
O site também mostra fotografias do “Menino Brinca de Boneca?” onde a família expõe palavras obscenas num conteúdo para crianças como “vulva” e “pênis”, citadas na página 16 do livro. Além disso, a família Bolsonaro aponta para a contra-capa, onde diz-se que Frei Betto é incisivio ao dizer que a obra criada estimula o público infantil a decidir-se por si só sobre sua sexualidade.
Um outro livro apontado no site foi o “Porta Aberta” de Geografia e História, que é voltado ao público do primeiro ano, e segundo os Bolsonaro também estimula o homossexualismo.
“A lição mostra uma brincadeira intitulada de “Gavião, na qual um homem adulto agarra uma criança, ambos nús, orientando que os meninos e meninas brinquem daquela maneira com seus amigos. Uma clara afronta que estimula a pedofilia”.
Além disso, o livro possui na página 225, um jogo da memória formando famílias de pais homossexuais.
“Além das mensagens diretas, em ambos é nitidamente fácil constatar as mensagens subliminares envolvendo o homossexualismo e pedofilia, que são exploradas durante todas as tarefas ensinadas”, afirmam os Bolsonaro no site.
“A sanha dos ativistas homossexuais que desde o início mentem e dizem que o kit-gay não seria para o público infantil é desmascarada, e já tomou também as escolas privadas do Brasil. É isso que queremos para nossos filhos?”
O material vem depois que um outro material contra homofobia, conhecido como kit-gay e lançado pelo Ministério da Educação, foi vedado pela presidente Dilma Rousseff, após pressão da bancada evangélica.
O pedagogo Felipe Nery, que primeiro detectou a inclusão de livros com tal conteúdo nas escolas, levou a questão à Frente Parlamentar Evangélica no início do mês de julho. O pedagogo, que é membro do Instituto de Ensino Superior de São Paulo apresentou outros dois livros: “Porta Aberta”, voltado para alunos de seis anos, da autora Mirna Lima e editado pela FTD e “Aprendendo a Viver, Sexualidade”, voltado para alunos de 10 e 11 anos, das autoras Patricia Mata e Lydia R. e editados pela Ciranda Cultural.
Segundo Nery, a distribuição dos livros está sendo feita nas escolas que não possuem um projeto pedagógico. Ele também alerta que os pais devem acompanhar o material que é usado na educação dos filhos.
Explicações são esperadas do atual ministro da educação, Aloízio Mercadante (PT-SP) à pedido do deputado federal Filipe Pereira (PSC-RJ).

terça-feira, 8 de novembro de 2011

10 dicas para ensinar seus filhos a (gostarem de) ler

Como pai (ou mãe), você é a pessoa que mais influencia na educação de seus filhos. Um dos seus (muitos) papeis é ajudá-los a aprenderem e a gostarem de ler.
Aqui estão algumas sugestões sobre como você pode ajudar a tornar a leitura uma experiência positiva, desde cedo.

1. Escolha uma hora bem calma

Com as crianças, nós sabemos que há “horas calmas” e “horas agitadas”. Procure um lugar e uma hora calmos e sente-se com um livro. Dez a quinze minutos por dia é suficiente.

2. Faça da leitura um prazer

A leitura precisa ser algo prazeroso. Sente com seu filho. Tente não fazer pressão se ele ou ela estiverem indispostos. Se a criança perder interesse, faça algo diferente.

3. Mantenha o fluxo

Se ele pronunciar uma palavra errada, não interrompa imediatamente. Ao invés disso, dê a oportunidade para autocorreção. É melhor ensinar algumas palavras desconhecidas para manter o fluxo e o entendimento da frase do que insistir em fazê-lo pronunciar o som exato das letras.

4. Seja positivo

Se a criança diz algo quase certo no início de uma frase, tudo bem. Não diga “Não, está errado”, mas sim “Vamos ler isso aqui juntos” e dê ênfase às palavras quando pronunciá-las. Aumente a confiança da criança com dizeres positivos a cada pequena melhoria que ela conseguir. “– Muito bom! Você aprende rápido!” “– Certo! Você é muito inteligente” etc.

5. Sucesso é a chave

Pais ansiosos para que seus filhos progridam podem, erroneamente, dar livros muito difíceis. Isso pode causar o efeito oposto ao que eles estão esperando. Lembre-se “Nada faz tanto sucesso quanto o sucesso”. Até que seu filho tenha adquirido mais confiança, é melhor continuar com livros fáceis. Pressioná-lo com um livro com muitas palavras desconhecidas não vai ajudar, muito pelo contrário. Não haverá fluxo, o texto não vai ser entendido e provavelmente a criança vai se tornar relutante com a leitura. Então dê prioridade a livros de acordo com a faixa etária de seu filho.

6. Visite a Biblioteca

Encorage seu filho a retirar livros na biblioteca pública. Leve-o até lá e mostre, com calma, tudo que ele precisa.

7. Pratique regularmente

Tente ler com seu filho todos os dias da semana. Pouco, mas frequentemente é a melhor estratégia. Os professores da escola têm um tempo limitado para ajudar individualmente a leitura dos alunos.

8. Converse com o pimpolho

Provalvemente seu filho tem um dia de leitura na escola (Se não tem, vá lá e faça com que tenha, ora). Sempre converse com ele e faça comentários positivos. Assim a criança vê que você está interessado em seu progresso e que você valoriza a leitura.

9. Fale sobre os livros

Ser um bom leitor é muito mais do que simplesmente ler palavras corretamente. O mais importante é entender e refletir sobre o que está lendo. Sempre fale com seu filho sobre o livro, sobre as figuras, sobre as personagens, como ele acha que vai ser o final da história, sua parte favorita etc. Assim você vai ver como está o entendimento dele e poderá ajudá-lo a desenvolver uma boa interpretação.

10. Varie sempre

Lembre que as crianças precisam experimentar vários materiais de leitura. Por exemplo, livros só de figuras, quadrinhos, revistas, poemas e até os jornais (mostre a ele a parte com palavras cruzadas e, claro, as tirinhas e charges).
Para quem ainda não acredita no potencial das crianças como leitoras, saiba que elas são experts em comentar livros infantis.
E você? Que métodos tem usado para estimular seus filhos (ou alunos, porque não?) a gostarem de ler?

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Dicas para escolher o transporte escolar mais seguro

Levar e buscar as crianças na escola é uma tarefa que nem todas as mães podem fazer, por isso a escolha do meio de transporte do seu filho deve ser feita com muito cuidado porque a “carga” é muito preciosa. Os pais recorrem ao transporte escolar como uma alternativa para levar os filhos à escola. Entretanto, para evitar dores de cabeça é necessário certificar alguns itens indispensáveis para a segurança e eficácia do serviço

Escolher o melhor serviço de transporte escolar não é apenas uma questão de comparar preços. Afinal, o transporte escolar envolve dirigir bem, manter o carro em boas condições, cuidar para que as crianças comportem-se a bordo e levar cada uma delas até dentro do colégio, tudo na mais completa segurança.

Como educadora e mãe tenho hábitos de verificar a segurança de Tudo que envolva as crianças. Este hábito que deveria ser comum a todos os pais, pasmem não é, e com o tempo e uma exigência peculiar do meu perfil, meus olhos ficaram treinados em detectar o perigo. E o transporte escolar é o alvo deste post’s. o que tenho observado aqui na minha cidade causa muito MEDO. Motoristas com vans cheias de crianças transitando de forma que oferecem perigo aos estudantes, são inúmeras as infrações por eles cometidos, poucos respeitam sinalização de transito, ultrapassagem perigosa, param em cima de faixas de pedestre, em fila duplas em não só em frente as escolas, causando transtornos no trânsito. Costumam aceler as crianças o tempo todo porque estão sempre com pressa, sinto de segurança, cadeirinha para crianças pequeninas, é LENDA. Convido vocês leitores deste artigo observem o trânsito e verifiquem se estou escrevendo bobagem. Veja algumas dicas para escolher a condução para o seu filho.

Transporte legal: Verificar se os carros tem um selo de vistoria colado no pára-brisa da Van;

Velocidade controlada: Os pais devem controlar a velocidade das vans que transportam seus filhos( seu maior tesouro) procure pelo tacômetro, que fica no painel. É um velocímetro grande, trancado com chave, igual ao usado nos ônibus urbanos. Ele funciona como uma caixa-preta e registra, por exemplo, se o carro passou da velocidade máxima permitida, de 60km/h. Na falta do tacógrafo, o carro deve ter um limitador de velocidade.

Lugar marcado:Não importa se as crianças ocupam menos espaço que os adultos: a lotação do carro é dada pelo número de cintos de segurança. Na van ou no ônibus escolar, todos devem viajar sentados, usando cinto de segurança. O extintor deve estar no prazo de validade. As janelas não podem abrir mais que um palmo, para evitar que crianças ponham a cabeça ou o braço para fora.

Disciplina: Para evitar a bagunça a bordo, o transporte escolar precisa ter, além do motorista, um acompanhante, maior de 18 anos e autorizado pela prefeitura. A ele cabe buscar as crianças na porta de casa e levá-las até a porta do colégio. Assim, elas não ficam sozinhas na rua. O motorista, que deve ter habilitação do tipo D, fica sempre dentro do carro, preocupado apenas em dirigir.

Ficha limpa: O motorista de ônibus ou van escolar precisa ter mais de 21 anos e autorização do município. O Código de Trânsito exige carteira de habilitação do tipo D, como a usada por motoristas de ônibus e caminhões. O prontuário de multas do motorista deve estar limpo, sem nenhuma infração grave ou gravíssima nem duas infrações médias nos últimos doze meses. E não custa lembrar: nem o motorista nem o acompanhante podem fumar dentro da condução ou carregar qualquer tipo de arma.

Tipo de veículo: Podem fazer condução escolar vans e ônibus com pelo menos 9 lugares, portas dos dois lados, tacógrafo e cintos para todos os passageiros.

Aparência: Uma faixa amarela com a inscrição “Escolar” e o número de registro no município. As placas são vermelhas.

CONCLUSÃO: Caro leitor dá um trabalhão checar esssas informações, mas é necessário para segurança do seu maior tesouro, também oriento pedir relatório mensal dos acontecimentos com o veículo. Não se preocupe se te rotularem de chato, é seu direito saber todas essas informações o transporte do seu filho(a) é um prestador de serviço. Pensa que acabou é ... se todos os itens acima estão certos, é o momento de saber sobre o motorista, se ele tem a habilitação para este tipo de veículo, e considerar como um ponto positivo se além do motorista o veículo tiver um monitor que ajude na segurança das crianças.

Depois disso basta observar como o motorista e o monitor tratam as crianças, e assim é preciso apenas escolher qual veículo está de acordo com os seus conceitos.

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Filhos são como navios

Filhos são como navios…

Ao olhar um navio no porto, imaginamos que ele esteja em seu lugar mais seguro, protegido por uma forte âncora.
Mal sabemos que ali está em preparação, abastecimento e provisão para se lançar ao mar, ao destino para o qual foi criado, indo ao encontro das próprias aventuras e riscos.
Dependendo do que a natureza lhes reserva, poderá ter que desviar da rota, traçar outros caminhos ou procurar outros portos.
Certamente retornará fortalecido pelo aprendizado adquirido, mais enriquecido pelas diferentes culturas percorridas. E haverá muita gente no porto feliz à sua espera.
Assim são os FILHOS. Estes tem nos PAIS o seu porto seguro até que se tornem independentes.
Por mais segurança, sentimentos de preservação e manutenção que possam sentir junto aos seus pais, eles nasceram para singrar os mares da vida, correr seus próprios riscos e viver suas próprias aventuras.
Certo que levarão consigo os exemplos dos pais, o que eles aprenderam e os conhecimentos da escola, mas a principal provisão, além das materiais, estará no interior de cada um:
A CAPACIDADE DE SER FELIZ.
Sabemos, no entanto, que não existe felicidade pronta, algo que se guarda num esconderijo para ser doada, transmitida a alguém.
O lugar mais seguro que o navio pode estar é o porto. Mas ele não foi feito para permanecer ali.
Os pais também pensam que sejam o porto seguro dos filhos, mas não podem se esquecer do dever de prepará-los para navegar mar a dentro e encontrar o seu próprio lugar, onde se sintam seguros, certos de que deverão ser, em outro tempo, este porto para outros seres.
Ninguém pode traçar o destino dos filhos, mas deve estar consciente de que na bagagem devem levar VALORES herdados como:
HUMILDADE, HUMANIDADE, HONESTIDADE, DISCIPLINA, GRATIDÃO E GENEROSIDADE.
Filhos nascem dos pais, mas devem se tornar CIDADÃOS DO MUNDO. Os pais podem querer o sorriso dos filhos, mas não podem sorrir por eles. Podem desejar e contribuir para a felicidade dos filhos, mas não podem ser felizes por eles.

A FELICIDADE CONSISTE EM TER UM IDEAL PRA BUSCAR E TER A CERTEZA DE ESTAR DANDO PASSOS FIRMES NO CAMINHO DA BUSCA.
Os pais não devem seguir os passos dos filhos e nem devem estes descansar nos que os pais conquistaram. Devem os filhos seguir de onde os pais chegaram, de seu porto, e, como navios, partirem para as próprias conquistas e aventuras.
Mas, para isso, precisam ser preparados e amados, na certeza de que:
QUEM AMA EDUCA!
“COMO É DIFÍCIL SOLTAR AS AMARRAS!”

Içami Tiba