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segunda-feira, 14 de novembro de 2011

O falador que faz mexericos


"O mexeriqueiro descobre o segredo, mas o fiel de espírito o encobre" (Provérbios 11:13).

A definição que o dicionário Aurélio dá de mexericar é: “Narrar em segredo e astuciosamente, com o fim de malquistar, intrigar ou enredar. Andar com mexericos; fazer intrigas”. E na definição de mexeriqueiro, encontramos o termo “leva-e-traz”, ou seja: fofoqueiro.

Outra definição: Falação, Rumor, Bisbilhotice, Intriga, Fuxico... Ou simplesmente, FOFOCA

Origem do verbo “mexericar” deriva do forte odor que a fruta mexerica (tangerina) deixa na mão. Por isso, não há como esconder que se comeu uma mexerica. Essa mesma inclinação reveladora tem o Fofoqueiro. Pedir segredo para o Fofoqueiro é como pedir a alguém que não revele que comeu uma mexerica.

Maneiras de mexericar

*Comunicação descuidada. Algumas vezes as pessoas, numa conversa animada, são arrastadas a dizer coisas sem pensar. Talvez a língua esteja batendo mais depressa do que os processos de pensamento estejam funcionando. Palavras que levam boatos e relatos que poderiam ser danosos à reputação de alguém são deixadas escapar dos lábios. O falador não entrou na conversa para se tornar mexeriqueiro mas, por descuido, de fato se envolveu em passar adiante uma bisbilhotice. Palavras imprudentes podem revelar segredos e prejudicar tão rapidamente como palavras escolhidas deliberadamente com esse fim.

*Insinuação maliciosa. Em muitos casos, o mexeriqueiro solta alusões sutis que naturalmente despertam curiosidade. Ele faz insinuações que estimulam perguntas. Ele aguça o apetite do ouvinte. Por exemplo, ele pode dizer, "Não ficaria bem para mim dizer tudo o que sei, mas posso lhe dizer apenas isto." O mexeriqueiro começa sondando até que todo o assunto está à vista.

*Comunicação confidencial. A história pode ser levada por alguém que roga que o que ele está para relatar tem que ser mantido confidencial. "Isto fica estritamente entre mim e você", ele insiste. Ele trai a confiança do outro enquanto insiste em que alguém não siga seu exemplo! Ele até pode acentuar a necessidade de "guardar isto debaixo do seu chapéu", falando num sussurro. "Você não pode transpirar nem uma palavra sobre isto, a ninguém", ele adverte enquanto despeja toda a história.

*Tagarelice aberta. E há também o mexeriqueiro que anuncia em voz alta tudo, não importa quão pessoal e confidencial possa ser. Passar-lhe informação é como pô-la no noticiário das seis horas. Ele age como se fosse o seu papel contar tudo o que sabe, quer precise ser dito ou não. Ele vibra por ser o primeiro a informar alguém sobre alguma coisa, mesmo que seja caluniosa. Ele é viciado em contar tudo que ouve. Em muitos casos, esta pessoa intromete-se em assuntos que não são de sua conta, passa muito tempo ao telefone (é sua linha privativa!), e faz um monte de perguntas.

Seja qual fora a técnica do mexeriqueiro, ele está empenhado numa prática podre. A lei de Moisés dizia claramente, "Não andarás como mexeriqueiro entre o teu povo..."(Levítico 19:16). O Novo Testamento adverte contra sermos abelhudos, cochichadores e maldizentes (2 Coríntios 12:20; 2 Tessalonicenses 3:11; Romanos 1:29-30).

Fazendo o contraponto sobre esse tema vale lembrar-nos da famosa “Metáfora das Três Peneiras”:

“Conta-se que certa vez um amigo procurou Sócrates, o célebre filósofo grego, desejando contar-lhe algo sobre a vida de outro amigo comum.
- Quero contar-te algo sobre o nosso amigo Andréas que vai deixar-te boquiaberto.
- Espera – interrompeu o filósofo – passaste o que vais dizer pelas três peneiras.
- Três peneiras? Espantou-se o interlocutor.
- Primeira peneira: a coisa que me contarás é verdade?
- Segunda peneira: a coisa que pretendes me contar é boa?
- Terceira peneira: o que tinhas a intenção de me contar é de utilidade tanto para mim como para o nosso Andréas e para ti mesmo?
- Não, não e não.
- Então, caro amigo, disse Sócrates, a coisa que pretendias me contar não é certamente verdadeira, nem boa, nem útil - assim sendo, não tenho a intenção de conhecê-la e aconselho-te a não mais procurar divulgá-la.
Vale ainda refletirmos sobre o que nos disse o Dalai Lama: “Não somos apenas peças de uma máquina ou passageiros impotentes de uma volta pela vida - às vezes suave, às vezes turbulenta. Precisamos, então, examinar mais de perto o que estamos vivenciando cada dia... Nossos ambientes de vida, trabalho e lar, incluindo as atitudes e comportamentos dos outros, apenas fornecem as circunstâncias com as quais vivemos nossas vidas. “A qualidade de nossa vida - o que nós mesmos, ninguém mais, está vivenciando agora mesmo - contudo, é o resultado direto de nossas próprias atitudes - de ninguém mais - e o comportamento que elas geram”.

domingo, 13 de novembro de 2011

Dicas de etiqueta para a internet


Especialistas destacam a importância do bom comportamento nas redes sociais.Quando se trata de bons costumes e dicas de etiquetas é inevitável não pensarmos nas tradicionais maneiras de se portar à mesa, segurar talheres ou adequar o vestuário. Porém, engana-se quem pensa que as boas maneiras só devem ser seguidas em reuniões corporativas e profissionais ou em almoços e jantares. É preciso também saber de algumas instruções de comportamento no mundo virtual, já que o monitoramento da internet tem se tornado uma ótima ferramenta para análise de pessoas, principalmente em processos seletivos.De acordo com Romaly de Carvalho, professora de Etiqueta Empresarial da FGV (Fundação Getúlio Vargas) e consultora de carreiras, cerca de 91% dos recrutadores de vagas no mercado de trabalho checam os perfis dos candidatos na web, e 47% deles conferem as redes sociais ainda na análise do currículo.Para a especialista, as gafes na rede são perdoadas somente até os 17 anos 11 meses e 29 dias. “Depois disso você atinge a maioridade e se torna um adulto. Entende-se que você esteja preparado e instruído para assumir suas responsabilidades socialmente”, afirma.Quem já está inserido no mercado de trabalho também precisa ficar atento ao que vincula na internet. “É preciso que se faça postagem de conteúdos relevantes. Publicações do tipo ‘Acabei de acordar’ interessam a quem?”, observa Romaly.Outra questão a ser levantada é o uso excessivo das redes sociais e comunicadores instantâneos durante o expediente profissional. Com o exagero dessa prática, a produtividade e o rendimento do funcionário tendem a cair. Nesses casos, a especialista observa que o prejuízo final para a empresa é financeiro e, assim como muitos empregadores estão ligados à rede para admitir, são capazes de demitir pelo abuso de sua utilização.Patrões X funcionáriosNo ambiente virtual, a especialista também avalia o desempenho de pessoas que ocupam cargos de muita responsabilidade e seriedade. “O ideal para quem tem cargo executivo é ter dois perfis, um pessoal e outro profissional, pois a rede pode gerar uma intimidade entre patrão e empregado que nem sempre é saudável”.Já no caso de funcionários que não querem que seus patrões tenham acesso a seus conteúdos particulares, a professora de etiqueta diz não ser deselegante e nem agressivo não aceitá-los nas redes sociais. “Justifique dizendo que se trata de uma página privada e que não se sente confortável em expor sua vida pessoal”, recomenda.Público X privadoMariana dos Santos, executiva de planejamento de uma agência de publicidade de São Paulo, afirma que o princípio básico das redes sociais on-line são os mesmos para as relações sociais ‘na vida real’, off-line. “Tem coisas que são compartilháveis, outras nem tanto. Algo que você não falaria em público, também não deve ir pra rede.”Para a jovem, que trabalha assiduamente com estratégias na internet e possuí páginas pessoais em sites de relacionamentos, “é preciso ter a noção de que o perfil é seu, mas o público é abrangente, é toda a rede. O bom senso deve prevalecer sempre”, destaca.Conforme relembra a publicitária, há anos atrás, as pessoas não colocavam em seus perfis tantas fotos particulares, de familiares e muito menos seus nomes verdadeiros. Todo mundo se escondia através de nicknames (apelidos). Porém, hoje a exposição é muito maior. “Somos nós mesmos nas redes. É a nossa personalidade, só que expressa através de diferentes perfis em redes sociais.”Romaly acrescenta que nós construímos uma imagem na rede e é natural que as pessoas entendam que sua imagem virtual corresponde também a características e modos de agir do dia a dia.Dicas para o bom comportamento na rede, por Romaly de Carvalho:É fundamental manter contato e conversar com as pessoas. É preciso responder os posts recebidos e se manifestar em discussões, por exemplo. Não se esqueça que as relações são feitas a dois e as regras da comunicação precisam ser seguidas. A pessoa se torna uma pessoa chata quando não corresponde na rede, e aos poucos acaba sendo excluída de círculos sociais;
.**Sempre mencione a fonte quando publicar algo que não seja de sua autoria. Isso não é vergonha para ninguém;
.*Seja tolerante com a opinião dos outros. A rede é um estado democrático e as pessoas têm direto de se expressar. Tome cuidado com publicações preconceituosas;
.*Caso você receba algum comentário crítico ou feedbak negativo, você não é obrigado a aceitá-lo, porém é importante que não rebata as acusações. Entre em contato com a pessoa e utilize do método “sanduíche de cebola”: Comece seu contato pelo pão – de maneira suave e cordeal, depois adicione a cebola – comente que não concorda com as observações feitas ou justifique suas intenções, e finalize a conversa com outra camada de pão, agradecendo o contato e a atenção;
**.Cheque todas as informações antes de publicar qualquer conteúdo. Perde-se credibilidade com as sucessivas postagens de fatos não confiáveis. Portanto, não cite o nome de ninguém e não invente histórias. Calúnia e difamação são crimes e indenizações podem trazer muitas dores de cabeça.Fonte: Band – www band com br – Por Marilia Pellicciari

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Você sabia que 15% da população mundial é infértil?


Infertilidade conjugal A infertilidade é o resultado de uma falência orgânica devida à disfunção dos orgãos reprodutores, dos gâmetas ou do concepto. Um casal é infértil quando não alcança a gravidez desejada ao fim de um ano de vida sexual contínua sem métodos contraceptivos. Esse assunto levou-me a pensar na sociedade atual. Vivemos numa sociedade em plena mutação de valores e de hábitos. Atualmente o casamento e a gestação de um filho passam a ser coisas que podem ser pensadas separadamente, denunciando uma nova ordem social e moral onde os valores são questionados o tempo todo e tornaram-se mais flexíveis.

A mulher originalmente educada a casar e constituir família como prioridade, incluiu em sua vida outros objetivos, ampliando seus horizontes. O sucesso profissional e a independência financeira não são mais atributos, ou necessidades apenas masculinas. Somadas a essas mudanças sociais, a maturidade, um importante atributo da evolução emocional, estimula que os casamentos, ou as propostas de uniões estáveis, sejam cada vez mais planejados e, consequentemente, realizados mais tarde.

Pensar mais sobre os próprios interesses e objetivos tornou a gravidez um ato mais cuidadoso, assumindo claramente um caráter de escolha, agora não mais apenas para o homem, mas também para a mulher.

Como tudo que podemos escolher, a decisão de ter ou não um filho torna-se um, entre tantos outros objetivos a serem alcançados, e sua prioridade depende das características pessoais de cada homem e cada mulher. A mulher, redimensionada em seu papel social, revê suas necessidades e possibilidades postergando esta escolha.

A questão subliminar é que fomos educados para sermos férteis. Nossa sociedade não está preparada para a possibilidade de infertilidade, simplesmente porque a idéia era improvável para uniões de jovens casais. Portanto, neste contexto, a infertilidade surge para muitos como uma surpresa, um pesadelo nunca antes imaginado. Você sabia que 15% da população mundial é infértil? Assistindo "HOJE EM DIA", fiquei chocada com a reportagem que a Ana Maria mostrou "Acredita-se que de cada cinco casais um tenha dificuldade para engravidar. O indice de infertilidade conjugal muito alto. Das sete bilhões de pessoas no planeta, quatro milhões nasceram após 1978 por meio da fertilização in vitro. O Mais Você desta sexta-feira, 11 de novembro, mostrou que a sociedade mudou, e as novas configurações de família, com pessoas se casando várias vezes e em idades diferentes, fizeram com que as técnicas de fertilização sejam procuradas por cerca de 15% da população No Brasil, aproximadamente 11 milhões de pessoas apresentam problemas de infertilidade ao longo da vida. Por ano, 100 mil pessoas procuram a fertilização in vitro. Destas, apenas 1/4 consegue fazer o tratamento. “O interessante é que as técnicas de fertilização trouxeram esperança para quem faz parte destas estatísticas”, analisou Ana Maria. Os casais inferteis procuram por alternativas para engravidar: inseminação artificial É um recurso médico usado para realizar a fecundação. Muitos casais que desejam ter filhos encontram certas dificuldades. Esses impedimentos são muito complexos, ocasionados desde a baixa qualidade dos espermatozóides até a capacidade ovulatória. Nesses casos o médico pode recomendar a inseminação artificial. A possibilidade de gravidez na inseminação artificial é de 70%, porém na maioria dos casos a gravidez não ocorre na primeira tentativa. Esse tipo de fertilização pode ser realizado de duas formas: inseminação de espermatozóides e de embrião. Os tratamentos existem mas são dispendiosos nem sempre os casais inferteis podem contar com tais recursos. Segundo a reportagem do MAIS VOCE existe Tratamento de fertilização gratuito em hospitais públicos e universitários. Quem não tem dinheiro para fazer um tratamento, que pode custar até R$50 mil por tentativa, tem uma alternativa mais viável - o serviço oferecido pelo Sistema Único de Saúde, o SUS, em alguns hospitais conveniados ou universitários. Mas as vagas são limitadas e, em alguns, apenas parte dos custos é coberta pelo governo. Nos hospitais onde todo o tratamento é de graça, a fila de espera varia de três a seis anos. O telefone para obter informações sobre os centros de reprodução pública mais próximos é o136. O Mais Você foi até o hospital universitário da UNIFESP, Universidade Federal de São Paulo, para mostrar como funciona o atendimento. Além deste hospital, há apenas quatro hospitais não particulares como centros de referência no tratamento de fertilização. São eles: • Em Brasília - Hospital Regional da Asa Sul, onde todo o tratamento é gratuito; • Em São Paulo - Centro de Referência em Saúde da Mulher, antigo Pérola Baiton, onde o tratamento também é de graça; e o Hospital Universitário de Ribeirão Preto; • Em Recife - Instituto Infantil de Pernambuco. Se você tem problemas de infertilidade e deseja engravidar se informe sobre as possibilidades. Deus abençoe!!!!!!!!!!!! Boa sorte!!!!!!!!!!!!!!!

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Amar ou não Amar eis a questão

Não ameis o mundo, nem o que há no mundo. Se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está nele.1Jo 1.15

A Palavra de Deus nos afirma em Gn 1.1,31 que Deus criou o mundo “No princípio criou Deus os céus e a terra... E viu Deus tudo quanto fizera, e eis que era muito bom...”; mas a mesma Palavra de Deus diz: “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito...” (Jo. 3.16). Parece contraditório não? AMAR OU NÃO AMAR?

Não haverá aqui alguma coisa de errado? Como poderei eu amar o mundo e não amar o mundo ao mesmo tempo? Como pode Deus ter amado o mundo com tanto amor que deu seu único Filho e dizer-me a mim que eu não devo amar o mundo? Já pensou nisto? Mas Ele o amou! Tentarei explicar, vejamos: Naturalmente o mundo aqui não significa o mundo da criação, o sistema e ordem encontrado na criação do mundo físico, nem significa a humanidade em geral, como em João 3:16. O mundo que não devemos amar são as idéias e práticas da humanidade pecadora e de espírito rebelde contra Deus. O que devemos odiar hoje é o sistema do mundo, um sistema organizado encabeçado por Satanás que deixa Deus de lado e está na realidade se opondo a Ele (João 12:31; 14:30; 16:11). O amor a esse mundo é o oposto ao amor a Deus: não existe lugar no meio, pois se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está nele. Deus ama “o mundo” das pessoas, e nós também o devemos amar; “... e de um só homem fez todas as raças dos homens...” (At 17.26). Este é o mundo que Deus amou de tal maneira que enviou Seu Filho para morrer por ele: “Porque Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para que julgasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele” (Jo 3.17). Nós, cristãos, filhos de Deus devemos amar o que Deus ama e odiar o que Deus odeia! Deus odeia a mentira, a falsidade, o adultério, etc. Assim, também nós devemos odiar estas coisas! Há um mundo que Deus odeia; “o mundo” do mal e nós também devemos odiá-lo. É um mundo perverso, maldoso, depravado, pecaminoso composto por todos aqueles aos quais se aplica esta sentença: “E o julgamento é este: A luz veio ao mundo, e os homens amaram antes as trevas que a luz, porque as suas obras eram más” (Jo 3.19).
Vivemos num mundo no qual a maioria prefere as trevas à luz. É um mundo viciado, pervertido, infectado pelo pecado, que ama mais a mentira do que a verdade, que ama mais o ódio do que o amor, que ama mais a violência do que a paz, que ama mais as trevas do que a luz, que ama o mundo e tudo que nele há. Nestes não está o amor de Deus enquanto não se arrependerem e buscarem com um coração contrito, o amor de Deus demonstrado na cruz do calvário. Onde está o mal que transformou o mundo; que corrompeu os bons costumes, que destruiu a moral e que contribui para a indiferença espiritual que existe no coração do homem? O mal está exatamente dentro do homem! (Mt 7. 15-23).
Por causa das maldades que saem do coração do homem, vivemos num mundo contaminado e que contamina todos aqueles que amam o mundo! Para nós que vivemos nos dias atuais, é muito importante saber se amamos a Deus ou ao mundo. Se fomos redimidos pelo sangue de Cristo, devemos conservar a liberdade que ele nos deu. O amor que deve orientar nossa vida é o amor de Deus e não a amizade do mundo. Quando observamos o que se passa nas igrejas e com os crentes de nosso tempo. Vemos que a maioria nós está mais ocupada com as coisas do mundo do que com a obra do Senhor. Infelizmente muitos estão despreocupados e esquecidos da vinda de Cristo. Amar o mundo é mais fácil do que amar a Deus; as diversões mundanas são uma força que leva os homens a amarem o mundo e se esquecerem do Senhor. Muitos têm sido seduzidos e enganados. Há ainda os que vivem engolfados no pecado, insensíveis a qualquer manifestação do amor de Deus, esquecidos dos tempos em que viviam em oração e em comunhão com os céus. Mas por que acontece a essas pessoas chegarem a esse estado quando antes eram tão cheias de fé? A resposta é esta: amaram mais as coisas do mundo que as bênçãos eternas. Ora, tudo o que há no mundo é concupiscência dos olhos e soberba da vida, não é do Pai, pertence ao mundo e o mundo é inimigo de Deus. Portanto, despertemos, irmãos, amigos; estejamos alertas e enfrentemos as forças que ameaçam a alma. Entremos na luta contra os poderes das trevas, persigamos o inimigo e alcançaremos a vitória. O mundo está passando - vai chegar a um fim, assim como as trevas vão se dissipar - mesmo a sua concupiscência. Mas aquele que persevera em fazer a vontade de Deus permanece eternamente : ele está fazendo aquilo que é permanente, tem estabilidade, e vai durar por toda a eternidade. Deus abençoe a todos!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Orfa ou Rute?


"Onde fores irei eu, o teu povo é o meu povo e o teu Deus será o meu Deus"Rt 1.16

Introdução:
Noemi perdeu seu esposo e seus dois filhos, ficou sozinha com suas duas noras, Rute e Orfa. Noemi soube que a sua cidade natal, estava sendo abençoada com boas colheitas e resolveu voltar para lá. Mas no caminho Noemi disse as suas noras(moabitas) para voltarem para suas famílias, e que refizessem suas vidas. Rute e Orfa tiveram que tomar uma escolha difícil, assim que ficaram viúvas tudo cooperava para que elas, fossem viver uma vida infeliz, amagurada e pobre; Noemi vendo isso pensou no futuro de suas noras, e lhes deu a opção de irem embora, tentarem se casar de novo, Orfa resistiu no começo mas acabou voltando, Rute permaneceu firme com Noemi.
1- Rute e Orfa eram moabitas
Os moabitas eram a descendência de Ló com uma de suas filhas (Gn 19.37), ou seja, fruto de um incesto provocado pelas filhas, após a destruição de Sodoma e Gomorra. Sobre os moabitas, a Lei estipulava que nenhum moabita deveria ser aceito na comunidade ou nos rituais de adoração (Dt 23.3). Havia, portanto, um abismo que afastava um moabita da bênção de ter aliança com o Deus de Israel.
Foi o rei de Moabe, Balaque, quem procurou contratar o profeta Balaão para amaldiçoar a Israel quando do final da travessia do deserto (Nm 22). Em Nm 25, temos o relato da estratégia maligna que os moabitas usaram para atrair maldição sobre Israel, enviando-lhes as “mulheres moabitas”. Nm 25.1 nos dá a seguinte informação: “Enquanto Israel estava em Sitim, o povo começou a entregar-se à imoralidade sexual com mulheres moabitas, que os convidavam a sacrificar aos seus deuses.”.
Aprendemos em Nm 25.5 que a principal divindade adorada pelas moabitas era chamada Baal-Peor. O termo “baal” significa “senhor”, “dono” ou “marido”. Na terra de Canaã os povos tinham seus vários “baais”, sendo que o termo correto para expressar o plural destes deuses é “baalins” (Ex. I Rs 18.18). O baal dos moabitas era Baal-Peor, que tinha como uma de suas atribuições a fertilidade. O baal a quem Elias, o profeta, desafiou no Monte Carmelo, era Baal-Melcarte, que tinha na cidade fenícia de Tiro, local de origem da rainha Jezabel, seu centro de adoração.
2- A tragédia
Morreram os três homens da família, Elimeleque, seu sogro; seu esposo, Malom e o cunhado, Quiliom, esposo de Orfa, também moabita. Eram três viúvas a chorar diante de tão grande perda. Noemi, a sogra de Rute, resolveu voltar para sua terra, Belém da Judéia. Ela se despediu de suas noras, dizendo-lhes que nada mais restava para ela naquela terra de Moabe, e que ambas, por serem ainda jovens, deveriam voltar à casa de seus pais e continuar a vida. Quem sabe ainda encontrariam um bom casamento entre os moabitas… Noemi não tinha mais filhos para lhas dar e ter descendência ali em Moabe.
3- Em que você tem baseado as suas escolhas?
Em momentos de grandes crises, ou tragédias em nossas vidas, temos dois caminhos a escolher: a vontade de Deus, com grandes desafios pela frente; ou o caminho mais fácil, que é a inclinação do coração para os valores mundanos, com conseqüências terríveis… Orfa retornou à velha vida, ao paganismo e cegueira espiritual, porém Rute não podia fechar os olhos ao amor de Deus, apesar de sua viuvez e atual pobreza.
Mesmo que o caminho à frente pareça escuro, o passo dado em direção a Deus é seguro e, Nele, se encontra paz. Em que você tem baseado as suas escolhas?
Através de Noemi e de seus filhos, Malom e Quilom, tanto Rute quanto Orfa tiveram o privilégio de se aproximar do conhecimento do Deus de Israel. Inclusive em Rt 1.7, Noemi abençoou suas duas noras em nome do Senhor, o Deus de Israel. A mensagem de que o Senhor viera em auxílio de Seu Povo (Rt 1.6) retumbou pela localidade onde Noemi vivia. Orfa e Rute ouviram esta mensagem.
Ambas tiveram a escolha. O Deus de Israel é assim. Não nos obriga a escolhê-lo. O que Ele faz é providenciar um meio para que a mensagem que anuncia o pão que mata a fome do espírito chegue aos nossos ouvidos. Orfa e Rute simbolizam dois caminhos.
4- Fruto da escolha
Rute foi com Noemi para uma aventura desafiadora. Ela amava a sua sogra, e demonstrou através de tão grandiosa atitude de fidelidade. Elas teriam que viajar por estradas muito perigosas, e eram apenas duas mulheres viúvas. Elas iriam chegar a uma cidade onde, em pobreza total, deveriam trabalhar com as próprias mãos e depender totalmente de Deus para o seu sustento. Nem sempre as viúvas eram respeitadas, mas a lei, dada pelo Senhor no Sinai, ordenava que seu povo, na época da colheita, não rebuscasse seu campo, mas que deixasse um pouco do produto da terra para o órfão, a viúva e o estrangeiro. E, quando chegam a Belém, era precisamente a época da colheita de cevada, e Rute foi ao campo de Boaz. Rute trabalhou com diligência e humildade, colhendo cevada nos campos de Boaz. A notícia de seu carinho com sua sogra a torna respeitada entre os belemitas. Rute acha graça diante dos olhos de Boaz.
Ele (Boaz) torna-se o seu “resgatador”, o seu “goel”, casando-se com ele. Boaz elogiou o seu caráter e colocou Rute em posição de honra. Rute ouviu os conselhos de Noemi e se dispôs a fazer o que lhe tinha sido orientado, e entrou para a linhagem do “Messias prometido”. Ela gerou um filho, Obede, desse casamento feliz e abençoado. Obede gerou a Jessé e este a Davi. Da descendência de Davi veio o “Salvador”, o “resgatador”, o “goel” de toda a humanidade.
Deus fez algo surpreendente na vida de Rute. Deus tinha um plano para vida dela, e embora ela não soubesse como seria o seu futuro, ela decidiu andar em fidelidade a Deus.
Orfa amava Noemi, apesar de demonstrar carinho, respeito e afeição por sua sogra, mesmo tendo ouvido as boas notícias de esperança em Belém de Judá, mas preferiu voltar para sua antiga origem, sua vida de mulher moabita, com muito choro, deixar a sogra e retornar para o seu deus baal. Orfa tropeçou em suas escolhas.
Hoje é o dia de você reafirmar seu rompimento com os baalins e sua eterna aliança com o Deus de Israel.
Conclusão: Nada do que acontece na vida, de quem se entrega ao Senhor, acontece por acaso. Deus tem o controle de tudo em suas mãos poderosas. Ele nos guia por seu caminho, quando Nele confiamos. Rute e Noemi estavam para ver o cuidado de Deus em sua história… Deus lhes tinha reservado privilégios tremendos, e que durariam para sempre, por causa de sua escolha sábia de seguir ao Senhor. Ele é o defensor do fraco e do abatido. Ele é o pai dos órfãos e marido das viúvas. Ele é o provedor daquele que coloca sua confiança em suas palavras.

Com amor
Cida Augusto

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Até que a morte nos separe...















Naquela noite, enquanto minha esposa servia o jantar, eu segurei sua mão e > disse: "Tenho algo importante para te dizer". Ela se sentou e jantou sem > dizer uma palavra. Pude ver sofrimento em seus olhos. De repente, eu > também fiquei sem palavras. No entanto, eu tinha que dizer a ela o que > estava pensando. Eu queria o divórcio. E abordei o assunto calmamente. Ela não parecia irritada pelas minhas palavras e simplesmente perguntou em voz baixa: "Por quê?" Eu evitei respondê-la, o que a deixou muito brava. Ela jogou os talheres longe e gritou "você não é homem!" Naquela noite, nós não conversamos mais. Pude ouví-la chorando. Eu sabia que ela queria um motivo para o fim do nosso casamento. Mas eu não tinha uma resposta satisfatória para esta pergunta. O meu coração não pertencia a ela mais e sim a Jane. Eu simplesmente não a amava mais, sentia pena dela. Me sentindo muito culpado, rascunhei um acordo de divórcio, deixando para ela a casa, nosso carro e 30% das ações da minha empresa. Ela tomou o papel da minha mão e o rasgou violentamente. A mulher com quem vivi pelos últimos 10 anos se tornou uma estranha para mim. Eu fiquei com dó deste desperdício de tempo e energia mas eu não voltaria atrás do que > disse, pois amava a Jane profundamente. Finalmente ela começou a chorar alto na minha frente, o que já era esperado. Eu me senti libertado enquanto ela chorava. A minha obsessão por divórcio nas últimas semanas finalmente se materializava e o fim estava mais perto agora. No dia seguinte, eu cheguei em casa tarde e a encontrei sentada na mesa escrevendo. Eu não jantei, fui direto para a cama e dormi imediatamente, pois estava cansado depois de ter passado o dia com a Jane. Quando acordei no meio da noite, ela ainda estava sentada à mesa, escrevendo. Eu a ignorei e voltei a dormir. Na manhã seguinte, ela me apresentou suas condições: ela não queria nada meu, mas pedia um mês de prazo para conceder o divórcio. Ela pediu que durante os próximos 30 dias a gente tentasse viver juntos de forma mais natural possível. As suas razões eram simples: o nosso filho faria seus exames no próximo mês e precisava de um ambiente propício para preparar-se bem, sem os problemas de ter que lidar com o rompimento de seus pais. Isso me pareceu razoável, mas ela acrescentou algo mais. Ela me lembrou do momento em que eu a carreguei para dentro da nossa casa no dia em que nos casamos e me pediu que durante os próximos 30 dias eu a carregasse para fora da casa todas as manhãs. Eu então percebi que ela estava completamente louca mas aceitei sua proposta para não tornar meus próximos dias ainda mais intoleráveis. Eu contei para a Jane sobre o pedido da minha esposa e ela riu muito achou a idéia totalmente absurda. "Ela pensa que impondo condições assim vai mudar alguma coisa; melhor ela encarar a situação e aceitar o divórcio" disse Jane em tom de gozação. Minha esposa e eu não tínhamos nenhum contato físico havia muito tempo, então quando eu a carreguei para fora da casa no primeiro dia, foi totalmente estranho. Nosso filho nos aplaudiu dizendo "O papai está carregando a mamãe no colo!" Suas palavras me causaram constrangimento. Do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa, eu devo ter caminhado uns 10 metros carregando minha esposa no colo. Ela fechou os olhos e disse baixinho "Não conte para o nosso filho sobre o divórcio" Eu balancei a cabeça mesmo discordando e então a coloquei no chão assim que atravessamos a porta de entrada da casa. Ela foi pegar o ônibus para o trabalho e eu dirigi para o escritório. No segundo dia, foi mais fácil para nós dois. Ela se apoiou no meu peito, eu senti o cheiro do perfume que ela usava. Eu então percebi que há muito tempo não prestava atenção a essa mulher. Ela certamente tinha envelhecido nestes últimos 10 anos, havia rugas no seu rosto, seu cabelo estava ficando fino e grisalho. O nosso casamento teve muito impacto nela. Por uns segundos, cheguei a pensar no que havia feito para ela estar neste estado. No quarto dia, quando eu a levantei, senti uma certa intimidade maior com o corpo dela. Esta mulher havia dedicado 10 anos da vida dela a mim. No quinto dia, a mesma coisa. Eu não disse nada a Jane, mas ficava a cada dia mais fácil carregá-la do nosso quarto à porta da casa. Talvez meus músculos estejam mais firmes com o exercício, pensei. Certa manhã, ela estava tentando escolher um vestido. Ela experimentou uma série deles mas não conseguia achar um que servisse. Com um suspiro, ela disse "Todos os meus vestidos estão grandes para mim". Eu então percebi que ela realmente havia emagrecido bastante, daí a facilidade em carregá-la nos últimos dias. A realidade caiu sobre mim com uma ponta de remorso... ela carrega tanta dor e tristeza em seu coração..... Instintivamente, eu estiquei o braço e toquei seus cabelos. Nosso filho entrou no quarto neste momento e disse "Pai, está na hora de você carregar a mamãe". Para ele, ver seu pai carregando sua mãe todas as manhãs tornou-se parte da rotina da casa. Minha esposa abraçou nosso filho e o segurou em seus braços por alguns longos segundos. Eu tive que sair de perto, temendo mudar de idéia agora que estava tão perto do meu objetivo. Em seguida, eu a carreguei em meus braços, do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa. Sua mão repousava em meu pescoço. Eu a segurei firme contra o meu corpo. Lembrei-me do dia do nosso casamento. Mas o seu corpo tão magro me deixou triste. No último dia, quando eu a segurei em meus braços, por algum motivo não conseguia mover minhas pernas. Nosso filho já tinha ido para a escola e eu me vi pronunciando estas palavras: "Eu não percebi o quanto perdemos a nossa intimidade com o tempo". Eu não consegui dirigir para o trabalho.... fui até o meu novo futuro endereço, saí do carro apressadamente, com medo de mudar de idéia...Subi as escadas e bati na porta do quarto. A Jane abriu a porta e eu disse a ela "Desculpe, Jane. Eu não quero mais me divorciar". Ela olhou para mim sem acreditar e tocou na minha testa "Você está com febre?" Eu tirei sua mão da minha testa e repeti "Desculpe, Jane. Eu não vou me divorciar. Meu casamento ficou chato porque nós não soubemos valorizar os pequenos detalhes da nossa vida e não por falta de amor. Agora eu percebi que desde o dia em que carreguei minha esposa no dia do nosso casamento para nossa casa, eu devo segurá-la até que a morte nos separe. A Jane então percebeu que era sério. Me deu um tapa no rosto, bateu a porta na minha cara e pude ouvi-la chorando compulsivamente. Eu voltei para o carro e fui trabalhar. Na loja de flores, no caminho de volta para casa, eu comprei um buquê de rosas para minha esposa. A atendente me perguntou o que eu gostaria de escrever no cartão. Eu sorri e escrevi: "Eu te carregarei em meus braços todas as manhãs até que a morte nos separe". Naquela noite, quando cheguei em casa, com um buquê de flores na mão e um grande sorriso no rosto, fui direto para o nosso quarto onde encontrei minha esposa deitada na cama - morta. Minha esposa estava com câncer e vinha se tratando a vários meses, mas eu estava muito ocupado com a Jane para perceber que havia algo errado com ela. Ela sabia que morreria em breve e quis poupar nosso filho dos efeitos de um divórcio - e prolongou a nossa vida juntos proporcionando ao nosso filho a imagem de nós dois juntos toda manhã. Pelo menos aos olhos do meu filho, eu sou um marido carinhoso. Os pequenos detalhes de nossa vida são o que realmente contam num relacionamento. Não é a mansão, o carro, as propriedades, o dinheiro no banco. Estes bens criam um ambiente propício a felicidade mas não proporcionam mais do que conforto. Portanto, encontre tempo para ser amigo de sua esposa, faça pequenas coisas um para o outro para mantê-los próximos e íntimos. Tenham um casamento real e feliz! Se você não dividir isso com alguém, nada vai te acontecer. Mas se escolher enviar para alguém, talvez salve um casamento. Muitos fracassados na vida são pessoas que não perceberam que estavam tão perto do sucesso e preferiram desistir.. UM CASAMENTO CENTRADO EM CRISTO É UM CASAMENTO QUE DURA UMA VIDA TODA.
OBRIGADA SENHOR PELO MEUS 29 ANOS DE CASADA!!!!!!!!!!!!

terça-feira, 8 de novembro de 2011

10 dicas para ensinar seus filhos a (gostarem de) ler

Como pai (ou mãe), você é a pessoa que mais influencia na educação de seus filhos. Um dos seus (muitos) papeis é ajudá-los a aprenderem e a gostarem de ler.
Aqui estão algumas sugestões sobre como você pode ajudar a tornar a leitura uma experiência positiva, desde cedo.

1. Escolha uma hora bem calma

Com as crianças, nós sabemos que há “horas calmas” e “horas agitadas”. Procure um lugar e uma hora calmos e sente-se com um livro. Dez a quinze minutos por dia é suficiente.

2. Faça da leitura um prazer

A leitura precisa ser algo prazeroso. Sente com seu filho. Tente não fazer pressão se ele ou ela estiverem indispostos. Se a criança perder interesse, faça algo diferente.

3. Mantenha o fluxo

Se ele pronunciar uma palavra errada, não interrompa imediatamente. Ao invés disso, dê a oportunidade para autocorreção. É melhor ensinar algumas palavras desconhecidas para manter o fluxo e o entendimento da frase do que insistir em fazê-lo pronunciar o som exato das letras.

4. Seja positivo

Se a criança diz algo quase certo no início de uma frase, tudo bem. Não diga “Não, está errado”, mas sim “Vamos ler isso aqui juntos” e dê ênfase às palavras quando pronunciá-las. Aumente a confiança da criança com dizeres positivos a cada pequena melhoria que ela conseguir. “– Muito bom! Você aprende rápido!” “– Certo! Você é muito inteligente” etc.

5. Sucesso é a chave

Pais ansiosos para que seus filhos progridam podem, erroneamente, dar livros muito difíceis. Isso pode causar o efeito oposto ao que eles estão esperando. Lembre-se “Nada faz tanto sucesso quanto o sucesso”. Até que seu filho tenha adquirido mais confiança, é melhor continuar com livros fáceis. Pressioná-lo com um livro com muitas palavras desconhecidas não vai ajudar, muito pelo contrário. Não haverá fluxo, o texto não vai ser entendido e provavelmente a criança vai se tornar relutante com a leitura. Então dê prioridade a livros de acordo com a faixa etária de seu filho.

6. Visite a Biblioteca

Encorage seu filho a retirar livros na biblioteca pública. Leve-o até lá e mostre, com calma, tudo que ele precisa.

7. Pratique regularmente

Tente ler com seu filho todos os dias da semana. Pouco, mas frequentemente é a melhor estratégia. Os professores da escola têm um tempo limitado para ajudar individualmente a leitura dos alunos.

8. Converse com o pimpolho

Provalvemente seu filho tem um dia de leitura na escola (Se não tem, vá lá e faça com que tenha, ora). Sempre converse com ele e faça comentários positivos. Assim a criança vê que você está interessado em seu progresso e que você valoriza a leitura.

9. Fale sobre os livros

Ser um bom leitor é muito mais do que simplesmente ler palavras corretamente. O mais importante é entender e refletir sobre o que está lendo. Sempre fale com seu filho sobre o livro, sobre as figuras, sobre as personagens, como ele acha que vai ser o final da história, sua parte favorita etc. Assim você vai ver como está o entendimento dele e poderá ajudá-lo a desenvolver uma boa interpretação.

10. Varie sempre

Lembre que as crianças precisam experimentar vários materiais de leitura. Por exemplo, livros só de figuras, quadrinhos, revistas, poemas e até os jornais (mostre a ele a parte com palavras cruzadas e, claro, as tirinhas e charges).
Para quem ainda não acredita no potencial das crianças como leitoras, saiba que elas são experts em comentar livros infantis.
E você? Que métodos tem usado para estimular seus filhos (ou alunos, porque não?) a gostarem de ler?